"... e quando eu olhar pro lado, quero estar cercado só de quem me interessa"
Lenine.
segunda-feira, 22 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
Cordel do fogo infinito

"Aquele cheiro, som, imagem do teu corpo
um rio carregado de saudade vem correr na minha veia
Na veia, amor, na veia
É como a luz da lua que atravessa a parede da cadeia
Clareia mais forte que o sol
E Quando a saudade chegar com seu batalhão de agitadores
E tantas bandeiras
Vou cantar aquele som da gente
Vou rasgar o teu vestido novo "
quinta-feira, 11 de março de 2010
Alô, fevereiro
"Querem te botar feitiço, morena
mas também pudera,
se ele pega no teu corpo,
vai ter gente enlouquecida
querendo entender a tua dança,
querendo saber da tua vida"
mas também pudera,
se ele pega no teu corpo,
vai ter gente enlouquecida
querendo entender a tua dança,
querendo saber da tua vida"
quarta-feira, 10 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
triangulo das águas
[...]
Era um cheiro de mar, reconheci por fim.
Talvez num novo outro, o outro antigo voltará. Junto com as palavras claras vinha um cheiro vivo de mar. Parado ali no chão, eu sentia que dentro de mim alguma coisa nova estava nascendo. Ou pressagiava o que viria também de fora e seria completo, pois são completas as coisas quando acontecem depois de anunciadas para dentro, criando um estado capaz de receber o que virá de fora. Como um telegrama, um telefonema, um aviso qualquer previamente anunciando a chegada, para que se possa arrumar a casa, tirar a poeira dos cantos, preparar a cama, trocar lençóis, limpar os pratos, poltronas, recebendo o hóspede ao mesm o tempo desejável e inevitável.
[...]
- Abraça tua loucura antes que seja tarde demais - ele disse, e seus olhos tinham a cor do mar. Tinham a cor exata de quem por muito tempo, todas as horas, todos os dias de muitos meses e anos, olhou detidamente o mar, acompanhando o vôo das gaivotas, interrompendo-se em rochedos, nivelando-se ao movimento incessante das ondas.
[...]
Suspiro, sorrio, desfaço o abraço. Então, com as mãos vazias, finalmente começo a navegar.
CFA
Era um cheiro de mar, reconheci por fim.
Talvez num novo outro, o outro antigo voltará. Junto com as palavras claras vinha um cheiro vivo de mar. Parado ali no chão, eu sentia que dentro de mim alguma coisa nova estava nascendo. Ou pressagiava o que viria também de fora e seria completo, pois são completas as coisas quando acontecem depois de anunciadas para dentro, criando um estado capaz de receber o que virá de fora. Como um telegrama, um telefonema, um aviso qualquer previamente anunciando a chegada, para que se possa arrumar a casa, tirar a poeira dos cantos, preparar a cama, trocar lençóis, limpar os pratos, poltronas, recebendo o hóspede ao mesm o tempo desejável e inevitável.
[...]
- Abraça tua loucura antes que seja tarde demais - ele disse, e seus olhos tinham a cor do mar. Tinham a cor exata de quem por muito tempo, todas as horas, todos os dias de muitos meses e anos, olhou detidamente o mar, acompanhando o vôo das gaivotas, interrompendo-se em rochedos, nivelando-se ao movimento incessante das ondas.
[...]
Suspiro, sorrio, desfaço o abraço. Então, com as mãos vazias, finalmente começo a navegar.
CFA
domingo, 7 de março de 2010
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